Ludwig's second battle theme from the Bloodborne DLC, The Old Hunters. | Composer: Nobuyoshi Suzuki | ©2015 Sony Computer Entertainment Inc. All Rights Reserved.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Música ao Domingo #31: Bloodborne "Ludwig, the Holy Blade"
Ludwig's second battle theme from the Bloodborne DLC, The Old Hunters. | Composer: Nobuyoshi Suzuki | ©2015 Sony Computer Entertainment Inc. All Rights Reserved.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
"Aristides de Sousa Mendes - Um Herói Português" de José-Alain Fralon [Opinião]
Título original: Le Juste de Bordeaux
Autora: José-Alain Fralon
Tradutor: Saul Barata
Edição/reimpressão: 2008 (1.ª publicação em 1999)
Editora: Editorial Presença
Temática: Biografia
N.º de páginas: 128
Sinopse:
Em Julho de 1885 nascem César e Aristides, dois gémeos de temperamentos diametralmente opostos. Aristides era tão extravagante quanto o seu irmão discreto e cumpridor. Entusiasta, generoso e aventureiro seguiu a carreira diplomática, e encontrava-se em Bordéus num tempo em que o nazismo lançara já a sua sombra sobre a Europa e o Mundo, enquanto Salazar jogava habilmente com a neutralidade. Multidões esperavam junto ao consulado para escapar ao Holocausto. Emanavam ordens do governo português para limitar a concessão de vistos, tanto mais que as tropas alemãs se aproximavam, mas Aristides assinava, dia e noite, correndo contra o tempo, obedecendo a imperativos mais altos.
Em Julho de 1885 nascem César e Aristides, dois gémeos de temperamentos diametralmente opostos. Aristides era tão extravagante quanto o seu irmão discreto e cumpridor. Entusiasta, generoso e aventureiro seguiu a carreira diplomática, e encontrava-se em Bordéus num tempo em que o nazismo lançara já a sua sombra sobre a Europa e o Mundo, enquanto Salazar jogava habilmente com a neutralidade. Multidões esperavam junto ao consulado para escapar ao Holocausto. Emanavam ordens do governo português para limitar a concessão de vistos, tanto mais que as tropas alemãs se aproximavam, mas Aristides assinava, dia e noite, correndo contra o tempo, obedecendo a imperativos mais altos.
Opinião:
Numa obra direccionada para o público francófono, José-Alain Fralon elaborou, de início, uma ligeira contextualização da História portuguesa, sucedida pela acção de Aristides de Sousa Mendes no período pré, durante e pós Segunda Guerra Mundial.
Através de um discurso simples e acessível, inteiramo-nos do seu percurso de vida: de jovem aristocrata que se torna cônsul, a pai de uma numerosa família de catorze filhos, esteve colocado em diversos países, nos quais nem sempre o cumprimento escrupuloso pelas regras se verificou.
Todavia, aquando da sua colocação em Bordéus, enquanto cônsul-geral, surgiu o momento crucial da sua existência. Influenciado pela sua índole cristã, e mesmo consciente das provações a que sujeitaria a família, não pôde ignorar a sua consciência: decidiu salvar todos os refugiados que conseguisse através da autorização e até falsificação de vistos, não contemplando credos, estatutos sociais ou quaisquer outras características dos desesperados fugitivos e ignorando as ordens superiores até à última hipótese.
Porém, julgo que Aristides não imaginaria a proporção, e a tamanha profundidade, que alcançaria o rancor e a desconsideração de Salazar que, não obstante pregar o seu catolicismo, maior devoção tinha à manutenção da ordem e ao cumprimento das suas obrigações e ao zelo pela sua figura de autoridade.
Através de um discurso simples e acessível, inteiramo-nos do seu percurso de vida: de jovem aristocrata que se torna cônsul, a pai de uma numerosa família de catorze filhos, esteve colocado em diversos países, nos quais nem sempre o cumprimento escrupuloso pelas regras se verificou.
Todavia, aquando da sua colocação em Bordéus, enquanto cônsul-geral, surgiu o momento crucial da sua existência. Influenciado pela sua índole cristã, e mesmo consciente das provações a que sujeitaria a família, não pôde ignorar a sua consciência: decidiu salvar todos os refugiados que conseguisse através da autorização e até falsificação de vistos, não contemplando credos, estatutos sociais ou quaisquer outras características dos desesperados fugitivos e ignorando as ordens superiores até à última hipótese.
Porém, julgo que Aristides não imaginaria a proporção, e a tamanha profundidade, que alcançaria o rancor e a desconsideração de Salazar que, não obstante pregar o seu catolicismo, maior devoção tinha à manutenção da ordem e ao cumprimento das suas obrigações e ao zelo pela sua figura de autoridade.
"Depois de uma grande luta interior, tão bem exposta no seu livro, prevaleceu a compaixão e a solidariedade: Aristides obedeceu antes a Deus que aos homens, ou seja, ao imperativo de salvaguarda das exigências de ordem moral e dos direitos fundamentais das pessoas.
Não foi letra morta a confissão cristã proclamada anos antes na pedra dos monumentos, pois que ficou patenteada nas pedras vivas dos milhares que salvou.
Admiro-o muito pela decisão que tomou.
Mas admiro-o ainda mais pela coragem e fortaleza com que enfrentou durante quase catorze anos as injusti[ç]as e dolorossíssimas consequências que sobre ele desabaram. Sem guardar rancor. Sem perder o sorriso."São estas as palavras de José de Sousa Mendes, sobrinho de Aristides, filho do seu irmão gémeo, César de Sousa Mendes, que melhor ilustram a abnegação deste homem, que findou os seus dias num sofrimento ignoto. Foi notável como as suas origens aristocráticas não impediram a formação de uma integridade devidamente estruturada e de sólidos princípios morais.
Abstraindo-nos do número de socorridos, questão esta polémica, a vida de Aristides de Sousa Mendes é a prova de que nem sempre os justos vencem no imediato, independentemente de se apelar a valores como a justiça, a solidariedade e a compaixão para com o próximo, mas que os frutos medram e que, mais tarde, puderam mesmo ser colhidos através dos que sobreviveram, criaram, amaram e, sobretudo, o estimaram e ainda hoje agradecem pela sua firmeza de carácter.
Classificação: 4,0/5*
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Aquisições de Dezembro e Janeiro
Ao consultar o Goodreads, apercebi-me que as minhas aquisições de Dezembro e Janeiro foram bastantes e variadas. Não querendo ser egoísta, e por saber bem o gosto que muitos têm em espreitar os livros alheios (tal como eu, confesso), partilho-as agora convosco.
Em Dezembro foram:
- O Labirinto dos Espíritos de Carlos Ruiz Zafón
- Baker's Magic - A Magia do Pão de Diane Zahler
- O Intruso de H.P. Lovecraft
- Eu, Malala de Malala Yousafzai com Christina Lamb
- A Longa Estrada para Casa de Saroo Brierley
- Sete Minutos Depois da Meia-Noite de Patrick Ness
- O Sonhador de Ian McEwan
- Papillon de Henri Charrière
- A Primeira Aldeia Global de Martin Page
- José e Pilar de Miguel Gonçalves Mendes
Em Janeiro tive:
- Ronda das mil belas em frol de Mário de Carvalho
- A liberdade de pátio de Mário de Carvalho
- A Quinta dos Animais de George Orwell
- Sudoeste de Olinda P. Gil
- Onório, o poeta bêbado de Fernando P. Fernandes
- Shirley de Charlotte Brontë
- A Espada e a Azagaia de Mia Couto
- Prantos, amores e outros desvarios de Teolinda Gersão
- Fernando Pessoa - uma quase-autobiografia de José Paulo Cavalcanti Filho
- O Diário do Meu Suicídio de Rui Miguel Almeida
- A Conspiração de Papel de David Liss
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Música ao Domingo #30: Sigur Rós "Hoppípolla"
Hoppípolla
Brosandi
Hendumst í hringi
Höldumst í hendur
Allur
heimurinn óskýr
nema þú
stendur
Rennblautur
Allur
rennvotur
Engin
gúmmístígvél
Hlaupandi í
okkur ?
Vill
springa út úr skel
Vindur í
og útilykt
? af hárinu þínu
Ég lamdi
eins fast og ég get
með nefinu
mínu
Hoppa í
poll
Í engum
stígvélum
Allur
rennvotur(rennblautur)
Í engum
stígvélum
Og ég fæ
blóðnasir
En ég stend
alltaf upp
(Hopelandish)
Og ég fæ
blóðnasir
En ég stend
alltaf upp
(Hopelandish)
Fonte: Google Play Music
Pulando Em Poças
Sorrindo,
Girando e girando na ciranda
De mãos dadas,
O mundo inteiro é um borrão,
Mas você fica de pé.
Encharcado,
Completamente ensopado,
Sem botas de borracha.
Escorrendo em nós?
Quero irromper deste envoltório!
Venta para dentro
E cheiro de ar livre? Do seu cabelo.
Eu golpeio tão rápido quanto posso
Com meu nariz.
Pulo numa poça
Sem usar botas.
Completamente encharcado (ensopado).
Sem usar botas.
E fico sangrando pelo nariz,
Mas sempre me levanto.
(Hopelandic)
E fico sangrando pelo nariz,
Mas sempre me levanto.
(Hopelandic)
Fonte: letrasWeb
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
"A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón [Opinião]
Título: A Sombra do Vento
Título original: La sombra del viento
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Tradutor: J. Teixeira de Aguilar
Edição/reimpressão: 2006
Editora: Dom Quixote
Temática: Romance
N.º de páginas: 512
Título original: La sombra del viento
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Tradutor: J. Teixeira de Aguilar
Edição/reimpressão: 2006
Editora: Dom Quixote
Temática: Romance
N.º de páginas: 512
Para adquirir:

Sinopse:
A Sombra do Vento é um mistério literário passado na Barcelona da primeira metade do século XX, desde os últimos esplendores do Modernismo até às trevas do pós-guerra. Um inesquecível relato sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros, num crescendo de suspense que se mantém até à última página. Numa manhã de 1945, um rapaz é conduzido pelo pai a um lugar misterioso, oculto no coração da cidade velha: O Cemitério dos Livros Esquecidos. Aí, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura de Barcelona. Juntando as técnicas do relato de intriga e suspense, o romance histórico e a comédia de costumes, A Sombra do Vento é sobretudo uma trágica história de amor cujo eco se projecta através do tempo.
Dez anos passaram e, da primeira leitura, lembrava-me de Daniel e do seu pai, o sr. Sempere, da sua livraria e do Cemitérios dos Livros Esquecidos, de uma personagem divertida e de outra, obscura e ameaçadora. Contudo, a memória é volátil e esta releitura soube quase a estreia.
Através de uma escrita cuidada e metafórica, o ambiente marcadamente gótico de uma Barcelona do século XX, marcada por um pós guerra civil espanhola, surge quase sempre envolto em brumas e mistério.
Quando Daniel, o protagonista desta história, encontra no Cemitério dos Livros Esquecidos um livro que devora em poucas horas - A Sombra do Vento - o seu interesse por conhecer mais obras do desconhecido autor, Julián Carax, torna-se premente. Mas tal não será fácil, já que alguém as procura e as destrói sem hesitação. As suas investigações levarão a que descubra uma trágica história que se irá entrelaçar com a sua...
À medida que a leitura avançou, a minha vontade de descobrir com Daniel mais sobre este mistério só se foi acentuando. A mistura de estilos, entre romance, suspense, thriller, histórico e de comédia e satírico, sem, contudo, perder a coerência, é um dos grandes trunfos do autor e permite que o leitor flua com a narrativa.
Outro será o conjunto de todas as personagens, sem excepção. De entre elas se destaca o brilhante Fermín Romero de Torres: o homem das mil caras, sofrido, culto, ansioso, sentimental, desbocado, é o sábio filosofante que orienta o jovem Daniel nos momentos mais cruciais. Admirou-me a empatia sentida para com todos os intervenientes, mesmo perante o sanguinário inspector Fumero, cujo passado não justifica, porém clarifica o seu abominável ser. Nem tão pouco as hesitações de Daniel o tornaram menos merecedor do título de herói, uma vez que age no momento preciso.
O clímax será o revelar de uma fatalidade, ao estilo das grandiosas tragédias gregas que, não sendo de uma originalidade inatacável, pelo culminar dos acontecimentos leva a que dor tão pungente seja alvo de toda a comiseração.
Poderá até não ser considerada uma obra-prima consensual, mas com A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón conseguiu algo inegável: atingir e conquistar os corações dos leitores, numa ode magistral ao mundo dos livros.
“Numa ocasião ouvi um cliente habitual comentar na livraria do meu pai que poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho até ao seu coração. Aquelas primeiras imagens, o eco dessas palavras que julgamos ter deixado para trás, acompanham-nos toda a vida e esculpem um palácio na nossa memória ao qual, mais tarde ou mais cedo – não importa quantos livros leiamos, quantos mundos descubramos, tudo quanto aprendamos ou esqueçamos –, vamos regressar.”
Uma releitura realizada no âmbito do:
Classificação: 5,0/5*
Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona em 1964. Inicia a sua
carreira literária em 1993 com El Príncipe de la Niebla (Prémio Edebé), a que
se seguem El Palacio de la Medianoche, Las Luces de Septiembre (reunidos no
volume La Trilogía de la Niebla) e Marina. Em 2001 publica A Sombra do Vento,
que rapidamente se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo
de Anjo (2008), O Prisioneiro do Céu (2011) e O Labirinto dos Espíritos (2016)
regressa ao Cemitério dos Livros Esquecidos. As suas obras foram traduzidas em
mais de quarenta línguas e conquistaram numerosos prémios e milhões de leitores
nos cinco continentes. Actualmente, Carlos Ruiz Zafón reside em Los Angeles,
onde trabalha nos seus romances, e colabora habitualmente com La Vanguardia e
El País. Fonte: WOOK [adaptado]
Sinopse:
A Sombra do Vento é um mistério literário passado na Barcelona da primeira metade do século XX, desde os últimos esplendores do Modernismo até às trevas do pós-guerra. Um inesquecível relato sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros, num crescendo de suspense que se mantém até à última página. Numa manhã de 1945, um rapaz é conduzido pelo pai a um lugar misterioso, oculto no coração da cidade velha: O Cemitério dos Livros Esquecidos. Aí, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura de Barcelona. Juntando as técnicas do relato de intriga e suspense, o romance histórico e a comédia de costumes, A Sombra do Vento é sobretudo uma trágica história de amor cujo eco se projecta através do tempo.
Dez anos passaram e, da primeira leitura, lembrava-me de Daniel e do seu pai, o sr. Sempere, da sua livraria e do Cemitérios dos Livros Esquecidos, de uma personagem divertida e de outra, obscura e ameaçadora. Contudo, a memória é volátil e esta releitura soube quase a estreia.
Através de uma escrita cuidada e metafórica, o ambiente marcadamente gótico de uma Barcelona do século XX, marcada por um pós guerra civil espanhola, surge quase sempre envolto em brumas e mistério.
Quando Daniel, o protagonista desta história, encontra no Cemitério dos Livros Esquecidos um livro que devora em poucas horas - A Sombra do Vento - o seu interesse por conhecer mais obras do desconhecido autor, Julián Carax, torna-se premente. Mas tal não será fácil, já que alguém as procura e as destrói sem hesitação. As suas investigações levarão a que descubra uma trágica história que se irá entrelaçar com a sua...
À medida que a leitura avançou, a minha vontade de descobrir com Daniel mais sobre este mistério só se foi acentuando. A mistura de estilos, entre romance, suspense, thriller, histórico e de comédia e satírico, sem, contudo, perder a coerência, é um dos grandes trunfos do autor e permite que o leitor flua com a narrativa.
Outro será o conjunto de todas as personagens, sem excepção. De entre elas se destaca o brilhante Fermín Romero de Torres: o homem das mil caras, sofrido, culto, ansioso, sentimental, desbocado, é o sábio filosofante que orienta o jovem Daniel nos momentos mais cruciais. Admirou-me a empatia sentida para com todos os intervenientes, mesmo perante o sanguinário inspector Fumero, cujo passado não justifica, porém clarifica o seu abominável ser. Nem tão pouco as hesitações de Daniel o tornaram menos merecedor do título de herói, uma vez que age no momento preciso.
O clímax será o revelar de uma fatalidade, ao estilo das grandiosas tragédias gregas que, não sendo de uma originalidade inatacável, pelo culminar dos acontecimentos leva a que dor tão pungente seja alvo de toda a comiseração.
Poderá até não ser considerada uma obra-prima consensual, mas com A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón conseguiu algo inegável: atingir e conquistar os corações dos leitores, numa ode magistral ao mundo dos livros.
“Numa ocasião ouvi um cliente habitual comentar na livraria do meu pai que poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho até ao seu coração. Aquelas primeiras imagens, o eco dessas palavras que julgamos ter deixado para trás, acompanham-nos toda a vida e esculpem um palácio na nossa memória ao qual, mais tarde ou mais cedo – não importa quantos livros leiamos, quantos mundos descubramos, tudo quanto aprendamos ou esqueçamos –, vamos regressar.”
No fim desta releitura, A Sombra do Vento continua a merecer o estatuto de um dos meus livros favoritos de sempre e será, por certo, novamente relido.
Uma releitura realizada no âmbito do:
Classificação: 5,0/5*
Sobre o autor:
Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona em 1964. Inicia a sua
carreira literária em 1993 com El Príncipe de la Niebla (Prémio Edebé), a que
se seguem El Palacio de la Medianoche, Las Luces de Septiembre (reunidos no
volume La Trilogía de la Niebla) e Marina. Em 2001 publica A Sombra do Vento,
que rapidamente se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo
de Anjo (2008), O Prisioneiro do Céu (2011) e O Labirinto dos Espíritos (2016)
regressa ao Cemitério dos Livros Esquecidos. As suas obras foram traduzidas em
mais de quarenta línguas e conquistaram numerosos prémios e milhões de leitores
nos cinco continentes. Actualmente, Carlos Ruiz Zafón reside em Los Angeles,
onde trabalha nos seus romances, e colabora habitualmente com La Vanguardia e
El País. Fonte: WOOK [adaptado]quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Os 10 finalistas do Prémio Livro do Ano Bertrand [Divulgação]
Após a primeira fase do Prémio Livro do Ano Bertrand, onde esteve sujeita a votação uma selecção de 55 obras de autores nacionais e estrangeiros, foram apurados os 10 finalistas:
- O Evangelho segundo Lázaro de Richard Zimler
- Homens imprudentemente poéticos de Valter Hugo Mãe
- História da Menina Perdida de Elena Ferrante
- Nem todas as baleias voam de Afonso Cruz
- Vaticanum de José Rodrigues dos Santos
- Uma Terra Chamada Liberdade de Ken Follett
- A Espada e a Azagaia de Mia Couto
- Prometo Perder de Pedro Chagas Freitas
- Como Vento Selvagem de Sveva Casati Modignani
- Doutor Sono de Stephen King
Nesta segunda fase, até dia 13 de Fevereiro, livreiros e leitores Bertrand poderão votar no seu livro favorito de 2016. Se ainda não tiverem aderido, a inscrição é gratuita.
Mais informações sobre o prémio aqui.
Subscrever:
Mensagens (Atom)







