terça-feira, 14 de junho de 2016

Feira do Livro de Lisboa: a minha visita

Este 10 de Junho será sempre especial para mim.  Além de visitar a Feira do Livro de Lisboa, que já não visitava há alguns anos, realizou-se o Encontro Nacional dos Livrólicos Anónimos, organizado pela maravilhosa e enérgica dinamizadora Carla Isabel, administradora do GLA - Grupo dos Livrólicos Anónimos. Assim, tal como já tinha dito na página do FB do As Horas... que me preenchem de prazer tive o prazer de conhecer as livrólicas que encontro online diariamente e com as quais criei amizade e muitas outras cujas opiniões sigo e são referências para mim.

Iniciámos este encontro com um almoço no Burger King, seguido de um café, já na FLL, no espaço Delta Q:

Segui-se a reunião no espaço da Editorial Presença e a recepção foi fantástica. 

Algumas das presentes foram presenteadas com alguns miminhos - por exemplo, a Vera Carregueira do Crónicas de uma Leitora, a Odete Silva do destante, ou a Vera Brandão do Menina_dos_Policiais -, incluindo o novo livro de Tracy Chevalier, Os Frutos do Vento, autora que já me proporcionou duas boas leituras: Rapariga com Brinco de Pérola e A Última Fugitiva.

Aproveitei para tirar uma foto ao livro gigante do Wally, uma das atracções da FLL:

Ao que se seguiu mais uma fotografia de grupo com as livrólicas que entretanto chegaram:

As livrólicas dirigiram-se então para a sessão de autógrafos, no espaço TOPSELLER, com o autor M. J. Arlidge. Como o seu género literário não é a minha praia, prossegui com a visita.

E, naturalmente, encontrei inúmeras mascotes que animavam a criançada.

Avistei igualmente vários escritores presentes para sessões de autógrafos e dois dedos de conversa, tais como Gonçalo M. Tavares, Ondjaki, Mário Zambujal, Catarina Furtado, entre outros.

Por fim, a visita terminou junto à Piaggio BrigaDoce, onde provei um delicioso gelado de brigadeiro de chocolate! 

E, como não poderia deixar de ser, não resisti à tentação e comprei dois livros: Contos Completos de Irmãos Grimm, compra pela qual me ofereceram um livro da colecção Vampiro, e As Mentiras de Locke Lamora de Scott Lynch. Graças à querida Sílvia Reis do blogue O Dia da Liberdade, consegui trazer mais um livro neste dia - O Aprendiz de Gutenberg de Alex Christie - ganho num passatempo e que ela fez a gentileza de me ir levantar. E como o favor já foi pequeno, ainda me ofereceu Quando o Sol Brilha de Rui Conceição Silva! A TOPSELLER estava a oferecer Génesis de Tom Fox, prequela de Dominus. Juntam-se os marcadores que assinalam o Encontro dos Livrólicos Anónimos e a recepção da Editorial Presença e o marcador de um livro para pintar que tenho: Sete Mares.

Com a compra de Contos Completos de Irmãos Grimm, fiquei com os três livros que reúnem contos de autores clássicos lançados até agora pela Temas e Debates. Todos os Contos de Edgar Allan Poe já foi lido e Contos de Hans Christian Andersen progride, embora lentamente.

Agora resta-me esperar que, no próximo ano, a vida me permita nova deslocação à Feira do Livro de Lisboa para mais animação e partilha deste vício que é ler!

sábado, 11 de junho de 2016

"Todos os Contos" de Edgar Allan Poe [Opinião]

Título: Todos os Contos
Autor: Edgar Allan Poe
Data de edição: 2014
Editora: Temas e Debates
Temática: Contos
N.º de páginas: 952
Para adquirir:


Sinopse:

Edgar Allan Poe é um dos autores mais publicados do mundo, conhecido pela genialidade expressa também nos seus famosos contos de terror e em algumas das histórias de detetives mais macabras jamais escritas, como A Queda da Casa de Usher, Os Crimes da Rua Morgue ou O Escaravelho de Ouro. Notável mestre do suspense, Poe também era poeta e, como demonstram os seus contos sobre hipnotismo e viagens no tempo, foi um pioneiro da ficção científica.

A presente edição reúne todos os contos deste autor clássico da literatura universal e decorre da edição ilustrada anteriormente publicada em dois volumes.

Opinião:

Não podia deixar de dedicar algumas palavras a um dos livros que mais tempo levei a ler (cerca de 10 meses!), mais do que Guerra e Paz ou Moby Dick que possuem, igualmente, um volume avantajado e um número de páginas considerável.

Antes de mais, posso justificar esta demora com o facto de o livro possuir 69 contos compilados num único volume, o que o torna difícil de transportar dentro da mala, como costumo fazer com os de menor volume. Além disso, ler contos de enfiada não me parece muito satisfatório, já que as histórias não amadurecem suficientemente no meu imaginário, tal como aprecio. Desta forma, fui lendo um conto ali, outro acolá, e assim foi decorrendo a leitura.

Parti para esta leitura esperando encontrar o pioneiro do mistério e do terror e, como tal, uma escrita com uma qualidade elevada. Sem dúvida, não me desiludi. Encontrei igualmente alguns contos que enquadraria em ficção científica o que, de facto, me surpreendeu. Confesso que foram os que me deram mais luta pois as minhas bases científicas são quase nulas. Acabei por adoptar a atitude de retirar todo o prazer possível da leitura, relativizando os aspectos técnicos abordados nestes contos em específico.

Perpassando um olhar generalizado por todos os contos, os que me mereceram maior pontuação baseada sobretudo no gosto pessoal, foram os que mais se contextualizaram em ambientes, tremendamente góticos, de profundo mistério e suspense, os mais transcendentes e/ou os satíricos. O conto final Narrativa de A. Gordon Pym - o de maior dimensão - revelou-se um desfecho fabuloso porque continuo a adorar histórias de marinheiros, piratas e afins, repletas de aventuras e onde o homem se supera na imensidão do mar.

Julgo que todas - ou quase todas - as narrativas foram escritas na primeira pessoa, pelo que os diferentes narradores estão sempre próximos, adoptando-se invariavelmente a postura de contador de histórias. Quando assim se pretende, o suspense é crescente, revelando-se a chave do mistério no final.

A cultura de Poe é imensa, surgindo constantemente sem ferir susceptibilidades. Imagino que tenha sido uma perturbada personalidade na sua época, porém de intelecto elevado e não reconhecido pelos seus contemporâneos, como é de bom tom.

Finalmente, é do meu conhecimento que a Edições tinta-da-china publicou a sua Obra Poética Completa, que entrará directamente para a minha wishlist e, que espero um dia, ler.

Classificação de cada conto (x/5*):
3,0 * A Aventura Sem Paralelo de um Tal Hans Pfall
4,0 * O Escaravelho de Ouro
4,0 * O Embuste do Balão
4,5 * Von Kempelen e a sua Descoberta
5,0 * A Revelação Mesmérica
5,0 * A Verdade sobre o Caso do Sr. Valdemar
4,5 * A Milésima Segunda História de Xerazade
5,0 * Manuscrito Encontrado Numa Garrafa
4,5 * Uma Descida no Maelström
5,0 * Os Crimes da Rua da Morgue
4,0 * O Mistério de Marie Rogêt
4,5 * A Carta Roubada
5,0 * O Gato Preto
5,0 * A Queda da Casa de Usher
5,0 * O Poço e o Pêndulo
4,5 * O Enterro Prematuro
4,5 * A Máscara da Morte Vermelha
4,5 * O Barril Amontillado
4,0 * O Demónio da Perversidade
4,5 * A Ilha da Fada
5,0 * O Retrato Oval
5,0 * O Encontro
5,0 * O Coração Revelador
4,5 * O Sistema do Doutor Tarr e do Professor Fether
4,0 * A Vida Literária do Ex.mo Sr. Thingum Bob
3,5 * Como Escrever Um Artigo à Blackwood
4,0 * Um Aperto
4,0 * Mistificação
3,5 * O Parágrafo TranXformado
5,0 * Da Vigarice Considerada como Uma das Ciências Exactas
4,5 * O Anjo Estranho
4,0 * Mellonta Tauta
4,0 * Perda de Respiração
5,0 * O Homem Que Foi Consumido
5,0 * O Homem de Negócios
4,0 * O Jogador de Xadrez de Maelzel
4,5 * O Poder da Palavra
5,0 * O Colóquio de Monos e Una
5,0 * A Conversa de Eiros e Charmion
4,0 * Sombra
4,0 * Silêncio
3,5 * Filosofia do Mobiliário
3,5 * Uma História de Jerusalém
4,5 * A Esfinge
4,0 * O Homem da Multidão
4,5 * Nunca Aposte a Sua Cabeça com o Diabo
5,0 * «És Tu o Homem»
5,0 * Hop-Frog
4,0 * Quatro Animais Num
4,0 * Por Que Razão Traz o Francesinho o Braço ao Peito
4,5 * Bon-Bon
4,5* Algumas Palavras com Uma Múmia
4,0 * A Propriedade de Arnheim, ou o Jardim-Paisagem
4,0 * A Cottage de Landor
4,5 * William Wilson
5,0 * Berenice
5,0 * Eleonora
5,0 * Ligeia
5,0 * Morella
4,0 * Metzengerstein
5,0 * Uma História das Montanhas Escarpadas
5,0 * Os Óculos
4,0 * O Duc de l’Omelette
5,0 * A Caixa Oblonga
5,0 * O Rei Peste
4,5 * Três Domingos Numa Semana
5,0 * O Diabo no Campanário
4,0 * Entradas de Leão
5,0 * Narrativa de A. Gordon Pym

4,5/5* classificação final

Sobre o autor:


Escritor norte-americano nascido a 9 de janeiro de 1809, em Boston, e falecido a 7 de outubro de 1849. Filho de dois atores de Baltimore, David Poe Junior e Elizabeth Arnold Poe, ficou órfão com apenas dois anos de idade e desde cedo aprendeu a sobreviver sozinho. Foi adotado por uma família de comerciantes ricos de Richmond, de quem recebeu o apelido Allan.

Entre 1815 e 1820, a família Allan viveu em Inglaterra e na Escócia, onde Poe recebeu uma educação tradicional, regressando depois a Richmond. Poe foi para a Universidade da Virgínia em 1826, onde estudou grego, latim, francês, espanhol e italiano, mas desistiu do curso onze meses depois por causa do seu vício do jogo e do álcool. Resolveu então ir para Boston, onde publicou em 1827 um fascículo de poemas da juventude de inspiração byroniana, Tamerlane and Other Poems.

Em 1829 publicou o seu primeiro volume de poemas, com o título Al Aaraaf, Tamerlane and Minor Poems, onde se denota a influência de John Milton e Thomas Moore. Foi então para Nova Iorque, onde publicou outro volume, contendo alguns dos seus melhores poemas e onde se evidencia a influência de Keats, Shelley e Coleridge.

Em 1835 estreou-se como diretor do jornal Southern Literary Messenger, em Richmond, onde se tornaria conhecido como crítico literário, mas veio a ser despedido do seu cargo alegadamente por causa do seu problema da bebida. O álcool viria aliás a ser o estigma que marcaria toda a sua vida até à morte. Casou-se nesse mesmo ano com a sua prima de apenas treze anos, Virgínia Clemm, e o casal resolveu então instalar-se em Nova Iorque, onde não chegou a permanecer muito tempo. Foi em Filadélfia que Poe alcançou fama através de vários volumes de poemas e histórias de mistério e de terror. Em 1838 escreveu The Narrative of Arthur Gordon Pym (A Narrativa de Arthur Gordon Pym), obra de prosa em que combinou factos reais com as suas fantasias mais insanes. Em 1839 tornou-se codiretor do Burton's Gentleman's Magazine em Filadélfia, e nesse mesmo ano escreveu várias obras que o tornaram famoso pelo seu estilo de literatura ligado ao macabro e ao sobrenatural. São elas William Wilson e The Fall of the House of Usher (A Queda da Casa de Usher). A primeira história policial surgiu apenas em 1841, na revista Graham's Lady's and Gentleman's Magazine, sob o nome The Murders of the Rue Morgue (Os Crimes da Rue Morgue), e em 1843 Poe recebeu o seu primeiro prémio literário com a obra The Gold Bug. Em 1844 regressou a Nova Iorque e tornou-se subdiretor do New York Mirror. Na edição de 29 de janeiro de 1845 deste jornal surgiu o poema The Raven (O Corvo), com o qual Poe atingiu o auge da sua fama nacional.

Dois anos mais tarde morre a sua mulher Virgínia, mas Poe volta a casar, com Elmira Royster, em 1849. Porém, antes disso, Poe publica Eureka, uma obra que deu azo a muita contestação por parte de alguns críticos da época e que é considerada uma dissertação transcendental sobre o universo, muito louvada por uns e detestada por outros.

É de regresso à terra natal do seu pai que Poe começa a apresentar indícios de que o problema do alcoolismo já era de certo modo irreversível. De facto, ele esteve na origem da morte do poeta. A obra de Poe é o espelho da sua vida conturbada e dos seus hábitos e atitudes antissociais, que o levavam a ter uma escrita que ia para além dos padrões convencionais. Se por um lado foi vítima de certas circunstâncias que estavam para além do seu controle, como foi o facto de ter ficado órfão aos dois anos de idade, por outro fez-se escravo de um problema - o álcool - que agravaria a sua personalidade já de si inconstante, imprevisível e incontrolável. Edgar Allan Poe. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. Fonte: WOOK

terça-feira, 7 de junho de 2016

XII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: a minha visita

Tal como prometido aqui, trago-vos a fotorreportagem possível (já que o equipamento fotográfico é o meu humilde telemóvel) do XII Festival Internacional de Banda de Desenhada de Beja, nomeadamente das suas exposições, ainda patentes até ao próximo dia 12. Por isso, ainda há tempo de sobra para cá dar um saltinho ou, se tal não for possível, visitar a edição do próximo ano.

( Ver informações sobre os horários dos espaços e as exposições e seus autores em XII Festival Internacional de BD de Beja ou em  bandas desenhadas )

Não sendo a banda desenhada o meu género literário de eleição, nem por isso deixei de apreciar as histórias e os traços dos variados artistas.

Considerei extremamente positiva a d
escentralização das exposições que, em edições anteriores, estavam concentradas na Casa da Cultura. Este ano foram distribuídas pelo Centro Histórico, o que creio que tenha dado a conhecer aos turistas vários recantos da cidade. Por outro lado, a falta de sinalização entre os diversos espaços pode ter levado alguns visitantes a dispersarem-se, diminuindo o interesse.

Ficaram a faltar fotografias nas exposições em Estoriastantas, Galeria do Desassosego (com exposição de Nuno Saraiva - Tudo Isto É Fado!) e Farelo (onde se poderiam ver Desenhos ao Cair da Tarde). Porém, com o que se segue, fica-se com uma ideia geral do muito que está exposto.

O mapa presente no Pax Julia - Teatro Municipal:

No Conservatório Regional do Baixo Alentejo: Exposição de Henrique Magalhães (Brasil).

No Núcleo Expositivo da Rua das Lojas: Exposições de Eduardo Salavisa - Desenho e João Charrua - Origami, ambos de Portugal. Espaços decorados com cuidado, apreciei a forma como os cadernos de Eduardo Salavisa estavam expostos e a diversidade de personagens em origami, incluindo um Hulk e um Yoda, criados por João Charrua.

 No Estoriastantas: exposição de Avenida Marginal (vários países).

No Núcleo Expositivo do Largo de São João: exposições de Álvaro Santos (Portugal), Geral & Derradé (Portugal) e Lucio Oliveira (Brasil). O conjunto de exposições mais divertido, devo dizer! 

Na Galeria dos Escudeiros: exposição A Casa (Brasil).

No Pax Julia - Teatro Municipal: exposições de Diogo Carvalho (Portugal), Edmond Baudoin (França), Eduardo Risso (Argentina), Estrompa (Portugal), Marcelo D'Salete (Brasil), Paco Roca (Espanha), Quarto de Jade (Portugal), Sónia Oliveira (Portugal), Tiago Baptista (Portugal), Truscinski (Polónia).

 No Largo Rainha Dona Leonor: Mercado do Livro e zona comercial com venda de action figures, arte original, jogos, posters, prints, etc.

No Museu Regional de Beja: exposições de Filipe Melo & Juan Cavia (Portugal / Argentina) e Novidades de Angola (Angola). Neste espaço, antigo Convento da Conceição, o efeito criado entre a arte e arquitectura antigas e a banda desenhada exposta cria um contraste impactante. 
 

domingo, 5 de junho de 2016

Música ao Domingo #4: Birdy "Wild Horses"




I'm a dreamer
But it's hard to sleep when your head's not in it
I've been restless
Cause you disappeared and that's all that's missing
The Earth is loose under my shoes
There's an angel
And he's shaped like you, and I thought I knew him
There's a window
And it's dark inside, but the light was in it
This can't be love if it hurts so much
I need to let go

I will survive and be the one who's stronger
I will not beg you to stay
I will move on and you should know I mean it
Wild horses run in me

I remember
How we danced so close, I would stand on your feet
And the phone calls
That would last all night, they were lifeboats to me
Our fading scars just shooting stars
They're here, then go

I will survive and be the one who's stronger
I will not beg you to stay
I will move on and you should know I mean it
Wild horses run in me

A human hurts, forgets how strong they are
And they get lost along the way, hey
It's not giving up, it's letting go
And moving to a better place

I will survive and be the one who's stronger
I will not beg you to stay
I will move on and you should know I mean it
Wild horses run in me
I will survive and be the one who's stronger
I will not beg you to stay
I will move on and you should know I mean it
Wild horses run in me

sábado, 4 de junho de 2016

Passatempo #2: Dia Mundial da Criança [TERMINADO]


A propósito do Dia Mundial do Livro que se celebrou a 23 de Abril, tive a sorte de ganhar um cabaz da Oficina do Livro em que constavam 3 livros infantojuvenis. Decidi por isso partilhar convosco este prazer que é receber livros e oferecer aos vossos mais pequenos 2 livros da autora Enid Blyton. Espero que gostem, participem e partilhem!

Para participar aqui, na página oficial de Facebook do As Horas... que me preenchem de prazer.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Um livro no Dia Mundial da Criança

A propósito da efeméride que hoje se celebra, o Dia Mundial da Criança, recordo um livro que me marcou e formou enquanto leitora. Para além dos inúmeros livros da colecção Disney, do Círculo de Leitores, presentes na minha infância, este era um dos meus preferidos:


Um Tesouro de Contos de Fadas, com ilustrações de Annie-Claude Martins, reúne recontos de Hans Cristian Andersen, Irmãos Grimm, Christian Perrault, Mme Leprince de Beaumont, entre outros.

Foi graças a este livro que conheci clássicos como A Princesa e a Ervilha, Cinderela, Ali Babá e os Quarentas Ladrões e contos menos divulgados como Rumpelstilskin, Reynard e o Pescador ou Ricky, o Poupa Real.

Ademais, a riqueza deste livro reside igualmente nas ilustrações que continuo a adorar. Partilho algumas para que, tal como eu, se deixem deliciar pois é inegável que, sejam miúdos ou graúdos, todos temos o direito de sonhar.


A Bela e a Fera de Mme Leprince de Beaumont
Florinda e Yoringal de Irmãos Grimm
O Gato das Botas de Christian Perrault
O Pássaro de Fogo, um Conto Folclórico Russo