segunda-feira, 30 de maio de 2016

Passatempo #1: "Dias Perfeitos" de Raphael Montes [VENCEDOR]

Boa noite a todos.

Em primeiro lugar, quero dizer-vos que fiquei muito satisfeita com o número de participações neste que foi o primeiro passatempo do As Horas… que me preenchem de prazer. Totalizaram-se 36 participantes, sendo que 33 foram validados e 3 excluídos: 

  • 1 participação inválida por link de partilha incorrecto, o que me impossibilitou de conferir se a partilha foi ou não realizada;
  • 2 participações inválidas por apresentarem a mesma morada, quando as regras diziam, explicitamente, que apenas era permitida uma participação por pessoa e por morada.

Assim, tenho o  prazer de anunciar que @ vencedor@ é…


Sílvia Catarina Farinha Pedro

Irei de seguida contactá-la e aguardarei que me confirme a sua morada de modo a proceder ao envio do livro.

Muito obrigada pela participação de todos. E quem não ganhou não desanime, já que estou a preparar uma nova iniciativa a propósito do Dia Mundial da Criança. Estejam atentos! 

domingo, 29 de maio de 2016

Música ao Domingo #3: Bloc Party "The Love Within"



Lord, give me grace and dancing feet
As I conquer all anxiety
The angel told me not to fear
The power tools in me
For I have learnt the way to pray
Like a missile growing tall now
Wind the past into a knot
And let the love consume us
Let the love consume us
Let the love consume us

Can you hear the stars now sing
Resounding in D major?
As the girl vibration resonates
And pulls us up towards her
Take your shoes off, feel the earth
Beneath your feet, respond to touch
And let our laughter now ring forth
As the love consumes us

The love within is moving upwards
Sweeter than any drug
The melody is taking over
Guide my hand through this path
Pull back the veil
Let your eyes meet this world
The love within is moving upwards
So don't you want to get high?
Don't you want to get high?

Don't you want to get high?
Don't you want to get
Don't you want to get high?

The love within is moving upwards
Sweeter than any drug
The melody is taking over
Guide my hand through this path
Pull back the veil
Let your eyes meet this world
The love within is moving upwards
So don't you want to get high?
Don't you want to get high?

sexta-feira, 27 de maio de 2016

"A Árvore das Palavras" de Teolinda Gersão [Opinião]

Título: A Árvore das Palavras
Autora: Teolinda Gersão
Data de edição: 2003 (1.ª publicação: 1997)
Editora: Visão/Dom Quixote
Temática: Romance
N.º de páginas: 159
Para adquirir:


Sinopse:

"Ela estava na margem, olhando. Enquanto a vida, como os barcos à vela, passava ao largo. Era tudo tão visível e concreto que tinha vontade de chorar. Mas se chorasse era pior, sentiu tirando da mala um lenço de papel, era como se o mundo risse dela, os guarda-sóis, as casas, os barcos, as árvores, as pessoas, sobretudo as pessoas rissem dela."

Opinião:

Uma obra dividida em três partes em que se acompanha Gita e os pais, Laureano e Amélia, no primeiro acto; no segundo, a história de vida de Amélia; e o amadurecimento de Gita no terceiro. Gita é apresentada, inicialmente, como uma menina que encontra compreensão no pai e um tremendo sufoco da parte da mãe, pelo seu desejo de liberdade e independência. Os pais possuem prioridades completamente diferentes: enquanto Laureano se satisfaz com uma vida pacata e sem sobressaltos, Amélia mostra-se permanentemente insatisfeita com a sua sorte, invejando todos os que usufruem de um nível de vida superior ao seu e desdenhando os negros, como Lóia, a empregada doméstica. É neste embate de vivências tão diferentes que Gita cresce e se observa como as discriminações e os preconceitos podem condicionar as vidas.

Habilmente conduzido por Teolinda Gersão, o fio narrativo com avanços e recuos e repartido entre as personagens principais, torna a leitura fluída e saborosa. Moçambique surge como pano de fundo e, simultaneamente, como personagem principal, assumindo-se como a homenagem que a autora pretendeu realizar às dádivas de África recebidas.

"O dia não quebrava os sonhos, podia-se dormir de olhos abertos, e a vida era gozosa e fácil como o jogo e o sonho. Podiam-se abrir os braços e gritar: Eu vivo - mas não era necessário esse gesto exultante e excessivo, as coisas eram tão próximas e simples que quase não se reparava nelas. Saía-se por exemplo a porta da cozinha sem se dar conta de transpor um limiar. Não havia separação entre os espaços, nem intervalos a separar os dias. Porque o corpo ligava a terra ao céu".

Classificação: 4,5/5*

Este livro foi autografado pela autora na sua vinda à Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago a 8 de Janeiro de 2016.

Sobre a autora: 
Teolinda Gersão nasceu em Coimbra, estudou Germanística, Romanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, assistente na Faculdade de Letras de Lisboa e depois de provas académicas professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.

Além da permanência de três anos na Alemanha viveu dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde decorre o romance de 1997 A Árvore das Palavras.

Autora sobretudo de romances, publicou até agora duas novelas (Os Teclados e Os Anjos) e duas colectâneas de contos (Histórias de Ver e Andar e A Mulher que prendeu a Chuva).Três dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia: Os Teclados por Jorge Listopad no Centro Cultural da Belém, 2001; Os Anjos por por João Brites e o grupo O Bando, 2003; A Casa da Cabeça de Cavalo ganhou o Grande Prémio do Festival Internacional de Teatro de Bucareste, Roménia, em 2005, com encenação de Eusebiu Stefanescu. Encenada também na Alemanha por Beatriz de Medeiros Silva e o grupo Os Quasilusos, em 2005.

Foi escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004.

O seu livro mais recente é o romance Passagens (2014).

Vive em Lisboa. Fonte: Teolinda Gersão | Site oficial

quinta-feira, 26 de maio de 2016

XII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja [Divulgação]


De 27 de Maio a 12 de Junho irá decorrer a 12.ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, um "grande evento com relevo a nível internacional e com grande repercussão europeia". 

Esta edição estreará um novo formato, deixando de se restringir à Casa de Cultura. As exposições, o mercado do livro e demais programação abraçará "o Centro Histórico da cidade e em particular o Largo do Museu Regional".

Podem encontrar toda a programação no site ou na página de Facebook oficiais do Festival. 

E me aguardem, porque será feita a devida «fotorreportagem». 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Atenção! A Feira do Livro de Lisboa está a chegar... [Divulgação]

...e a revista Sábado realizou um guia sobre quase tudo o que se refere a sessões de "autógrafos, lançamentos, showcookings, actividades para crianças e restaurantes". Leiam o artigo aqui:

Para mais informações, incluindo o calendário de eventos e os livros do dia, consultar o site oficial da 85.ª Feira do Livro de Lisboa ou a sua página oficial no Facebook.

E recomendo vivamente que provem estes maravilhosos brigadeiros. Já os provei e são uma delícia! Tudo sobre eles aqui:


Por aqui, a visita já está marcada e mal se pode esperar!
( via Giphy )

segunda-feira, 23 de maio de 2016

III Festival Beja Romana: a minha visita

Pelo terceiro ano consecutivo, durante os dias 20, 21 e 22 de Maio, a minha cidade foi palco do festival Beja Romana, em que se recriaram os tempos da grandiosa Pax Julia.

Segundo as palavras da Professora Conceição Lopes, "a cidade de Pax Iulia foi fundada por Augusto, algures entre os anos 25 e 15 do séc. I a.C." e o respectivo "forum localizava-se junto à actual Praça da República, como testemunham as escavações recentemente realizadas nesse local, as quais permitiram a descoberta do maior templo romano conhecido em território nacional". Assim se confirma a riqueza histórica de Beja que, felizmente, vem a ser descoberta pelos bejenses e pelo país com a realização destes eventos.

Nada melhor então do que mostrar alguns dos aspectos que mais gostei na minha visita:

Parte do acampamento militar, com réplicas do armamento usado à época.


Algum artesanato, não especificamente de inspiração romana, mas bastante original.



O palco e um tabernáculo de homenagem a Marte e a Vénus.


Exposição de aves de rapina, demonstração de cavalos, passeios de burro para crianças.
 


E, claro, inúmeros figurantes, entre os quais se encontravam vários habitantes.
 


Uma iniciativa que trouxe uma animação raramente vista no centro histórico da cidade e da qual se espera a repetição nos anos vindouros.