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domingo, 14 de abril de 2019

Parceria JB Comércio Global - Panini e Primo [Divulgação]


A parceria com a JB Comércio Global* continua e, mais uma vez, o As Horas... que me preenchem de prazer foi alvo da sua generosidade. 

Assim recebemos dois livros Panini - Milla Maghilla e O Livro Faz Tudo 2 -, tal como uma mala Primo recheada, pronta a estimular a criatividade da pequenada ou dos graúdos mais afoitos.


Além da leitura, os livros Panini promovem a interacção, estimulando a criança a realizar actividades, sejam elas o desdobrar das páginas e de figuras nelas contidas, como em Milla Maghilla, ou a colagem, a pintura e o desenho em O Livro Faz Tudo 2

A maleta Primo pode tornar-se um auxiliar precioso da imaginação, já que no seu interior encontramos um kit variado: um boião de pintura a dedos, lápis de cera, lápis de pastel, plasticina, entre outros materiais especialmente pensados para os artistas de palmo e meio.

Certamente estão garantidas horas de entretenimento e diversão!

Recordem a publicação sobre a apresentação desta parceria aqui, ou visitem directamente a JB Comércio Global, onde podem conhecer estes e outros produtos de papelaria Primo e livros didácticos Panini

*A JB Comércio Global vende exclusivamente para profissionais, não o fazendo de forma directa a consumidores finais - B2B). 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Rubricas sobre livros #5: Todas as Palavras



"Um programa sobre livros e seus autores.
Ana Daniela Soares, Inês Fonseca Santos e Luís Caetano conversam com quem nos emociona através das palavras.

Ou, por outras palavras, este é um programa de entrevistas a autores de todos os géneros literários, pontuadas pelas melhores sugestões relativas aos últimos lançamentos do mercado editorial português.

A não perder aqui.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

"Um certo incerto Alentejo" de António José da Costa Neves - Prémio Literário Joaquim Mestre [Divulgação]


Na sua primeira edição, em 2017, o Prémio Literário Joaquim Mestre distinguiu como vencedora a obra Um certo incerto Alentejo de António José da Costa Neves. Indica o título tratar-se de uma narrativa decorrida em pleno Alentejo onde "ninguém é inocente", "a maldade é relativa e a redenção tanto se faz na igreja como nas tabernas".

A apresentação do livro terá lugar no próximo Sábado, 15 de Dezembro, pelas 16h30 na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago. Conta com a participação de Luís Miguel Ricardo (presidente da ASSESTA) e de Helena Rocha (Direcção Regional da Cultura do Alentejo).

 

Acrescente-se que António José da Costa Neves, sob o pseudónimo de E. S. Tagino, teve publicadas as obras Mea Culpa!, Adamastor, O Pequeno Incendiário, Nem por Sonhos, editadas pela Saída de Emergência, sendo que Mataram o Chefe de Posto e O Amor nos Anos de Chumbo estão ainda disponíveis para aquisição.

( via Bran Morrighan )

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Parceria JB Comércio Global [Divulgação]

Se por acaso passaram pela página de Facebook do As Horas.. que me preenchem de prazerou pelo perfil no Instagram, terão reparado no destaque dado à mais recente aquisição: Mulheres de Cinza de Mia Couto, o primeiro livro de As Areias do Imperador - uma trilogia moçambicana.



Tal se deve a ser fruto de uma gentileza da JB Comércio Global, com a qual estabelecemos parceria. Se ainda não conhecem esta incrível empresa, é um prazer apresentá-la sem mais delongas.

A JB é uma empresa vilacondense - e 100% portuguesa - importadora, grossista e distribuidora das principais marcas em Portugal. Fundada em 1998, conta com vinte anos de experiência enquanto comercializadora em diversas áreas: Papelaria, Economato, Jogos e Brinquedos, Livraria, Gift e Embalagem, Cosmética, Guloseimas, Informática e Tecnologia, Higiene e Copa, Equipamentos, Apresentação Visual e Mobiliário de Escritório, entre outros. É um sem fim de artigos aos melhores preços de revenda!

Podem visitar o seu espaço físico com 1000 m2 de exposição em Vila do Conde (Cash & Carry) ou encontrar os produtos que desejam em JBnet.ptDispõe ainda de um Clube Vip, que lhes permitirá aceder a fantásticos prémios e outras regalias, incluindo campanhas de portes grátis.

Vende exclusivamente para profissionais, não o fazendo de forma directa a consumidores finais - B2B). Além de envios para todo o território nacional, os seus artigos chegam também a países africanos de língua portuguesa, como Angola, Moçambique, Guiné Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

A JB não esquece o seu papel na sociedade e orgulha-se de ter realizado diversas acções de solidariedade social. Foram várias as entidades beneficiadas, como a Cruz Vermelha Portuguesa, o IPO do Porto, Banco de Bens Doados da Entreajuda, Fundação Infância Feliz (em Cabo Verde), entre outras. Já doou mais de 200 mil livros pois tem consciência de que, se todos ajudarmos, não custa!

Além disso, prima pelas boas práticas ambientais, como o comprova a sua adesão à Sociedade Ponto Verde e a preocupação com a eficiência energética e com a minimização do impacto da sua actividade.

Fiquei naturalmente satisfeita pelo contacto amistoso da sua colaboradora, a Joana. Deu-me a conhecer uma empresa com consciência social e ambiental, empreendedora e conhecedora das necessidades de inovação num mercado cada vez mais global e exigente. E sinal disso é o contacto directo estabelecido através destas gentis parcerias. Na parte que me toca, deixo o meu agradecimento pois encheram-me as medidas com esta obra de Mia Couto!

Podem encontrar a JB Comércio Global na sua página oficial, JBnet.pt, ou segui-la através das redes sociais:



domingo, 14 de outubro de 2018

Rubricas sobre livros #4: À Volta dos Livros


"Conversas diárias com autores portugueses sobre as suas mais recentes obras. Destaques literários, de 2ª a 6ª Feira na Antena 1 com edição de Ana Daniela Soares."

Para ouvir aqui.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Ler os Nossos | Ler Autores Portugueses: Balanço

Especialmente no Verão, altura em que as férias permitem o ócio, surgem várias propostas de maratonas e leituras partilhadas. Os mais atentos saberão que decidi participar no desafio Ler os Nossos

Para além de obras lidas dentro do calendário previsto, consegui publicar as suas opiniões atempadamente, que podem consultar aqui:
Destes livros, da autoria de escritores portugueses, destaco Levantado do Chão, de longe o meu favorito, ainda que não sejam comparáveis por pertença a géneros e estilos literários diversos.

Fiquei então apurada para o sorteio que a Cláudia Oliveira, a mulher que ama livros, realizou a propósito deste desafio e ganhei Cronovelemas de Mário de Carvalho:


A felicidade de juntar mais um livro à minha pequena colecção, de um autor que passei a acompanhar pelas recomendações de Ricardo Araújo Pereira - como se pode constatar no vídeo -, é inegável. 


Por norma sinto um gosto especial ao escrever sobre obras de reconhecida qualidade mas não tão divulgadas. E o melhor de tudo é que, com a contínua partilha de opiniões, poderei induzir à leitura sendo que, neste caso específico, de autores nacionais. 

terça-feira, 14 de agosto de 2018

XV Palavras Andarilhas [Divulgação]



As Palavras Andarilhas estão quase, quase aí! De 23 a 26 de Agosto, no Jardim Público e na Biblioteca Municipal de Beja, contos, leituras, oficinas, tertúlias, mercadinho andarilho, marionetas e música, farão parte da programação. Com actividades para todos os amantes da palavra lida e falada, desde as famílias aos técnicos, esta é uma alternativa no mínimo, original, aos habituais planos veraneantes. 

As Palavras Andarilhas são "uma festa da palavra contada, lida, ilustrada que em 2018 integra na coprodução para além do Município de Beja, as associações: Ouvir e contar – Associação de Contadores de Histórias, Laredo – Associação Cultural e Carpe Librum – Movimento Educação pela Arte e pela Leitura – Associação Cultural”. Terão lugar o Encontro de Aprendizes do Contar, o Festival de Narração Oral "Eu conto para que tu Sonhes", o Mercadinho Andarilho - feira da leitura e as Palavras Andarilhas | Estafeta dos Contos (algumas das actividades exigem inscrição prévia).

Toda a programação pode ser consultada em Palavras Andarilhas | Beja - A Cidade dos Contos.

Entretanto convido-vos a recordar a edição anterior aqui e a minha presença na mesma aqui

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Ler os Nossos | Ler Autores Portugueses

Graças à Cláudia Oliveira, a mulher que ama livros, tomei conhecimento do projecto Ler os Nossos e decidi aderir. Tal como se subentende pelo título, o objectivo é ler e divulgar opiniões sobre livros da autoria de escritores portugueses.


Seguem-se as minhas escolhas para a to be read list:


Um livro comprado recentemente: Reload. Menos stress. Melhor performance de José Soares. Foi dos últimos livros que recebi, graças a um passatempo do Bran Morrighan e é a leitura actual.

Um autor português recomendado por alguém: Quando o Sol Brilha de Rui Conceição Silva. Recomendado e oferecido pela minha querida amiga Sílvia A. Reis (O Dia da Liberdade / Boas Leituras -  O Dia da Liberdade), vou retratar-me pela vergonha de ainda não o ter lido, juntando-o a esta tbr.

Um título que não te parece minimamente interessante, mas vais arriscar: Onório, o poeta bêbado de Fernando P. Fernandes. Nem a sinopse nem o título me despertaram particularmente a atenção, por isso evidenciou-se como a escolha ideal para este desafio.

Um livro que te custou uma pechincha: Cartas amorosas de uma religiosa portuguesa de Soror Mariana Alcoforado. Uma pechincha comprada recentemente e, ainda por cima, com desconto e cuja leitura não posso adiar mais, já que Mariana Alcoforado pertence ao imaginário colectivo da minha cidade.

Para o projecto de leitura Ler Saramago: escolho Levantado do ChãoDe Saramago já li Ensaio sobre a Cegueira, As Intermitências da Morte, Claraboia, A Viagem do Elefante, O Homem Duplicado, Ensaio sobre a Lucidez, O Conto da Ilha Desconhecida, O Evangelho Segundo Jesus Cristo, Memorial do Convento, Alabardas e A Jangada de Pedra, não necessariamente segundo esta ordem. Chegou a altura de ler Levantado do Chão, uma das suas obras mais importantes, onde se encontram fortes ligações ao Alentejo, retratando o trabalho do campesinato e a luta de classes.

Espero conseguir dar conta do recado, já que o meu ritmo de leitura vai variando bastante. Boas leituras a todos!

domingo, 3 de junho de 2018

Rubricas sobre livros #3: Biblioteca de Bolso


"Uma conversa informal, a três, sobre a relação que estabelecemos com os livros. Um podcast conduzido por Inês Bernardo e José Mário Silva".

Até ao momento, com 92 episódios publicados, espera-se que não tenha ficado por aqui.

Para ouvir através da SoundCloud aqui. | Página oficial no Facebook aqui.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

XIV Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja [Divulgação]



«Este ano o Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja realiza-se entre os dias 25 de Maio e 10 de Junho.

Inaugura no dia 25, sexta-feira, às 21h00, na Casa da Cultura.

Mas o Festival também se espalha pelas ruas do centro histórico. Boa parte das exposições estarão patentes no Centro Unesco, no Forno da Ti Bia Gadelha, na Galeria da Rua dos Infantes, no Museu Regional de Beja, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, no Palacete Vilhena – Sede do EMAS, e no Pax Julia – Teatro Municipal.

São 8, os núcleos expositivos.

E 21, as exposições, com autores de muitas partes do Mundo: Brasil, Espanha (País Basco), França, Itália, Portugal e Suécia.

O Festival oferece ainda aos visitantes uma Programação Paralela bastante diversificada: apresentação de projetos, conversas à volta da BD, lançamento de livros - este ano serão 16 -, sessões de autógrafos, concertos desenhados, etc.

Terá também à disposição de todos o Mercado do Livro, com mais de 60 editores presentes, venda de arte original, venda de merchandising, etc.

Na sexta-feira 25 e no sábado 26 as noites são de concertos desenhados (a programação só termina às 4h00 da manhã).

O primeiro fim-de-semana (25, 26 e 27 de Maio) reunirá os autores representados nas exposições.»

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Dia Internacional do Livro Infantil 2018

Desde 1967, data em que se assinala o nascimento de Hans Christian Andersen, que se celebra o Dia Internacional do Livro Infantil. Pretende-se assim chamar "a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância".

Este ano "a DGLAB convidou a ilustradora Fátima Afonso, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser a autora da imagem do cartaz". Pode igualmente visualizar-se o cartaz internacional aqui.


O pequeno torna-se grande num livro

"As pessoas inclinam-se para o ritmo e para o equilíbrio, tal como a energia magnética organiza as aparas de metal numa experiência da física, tal como um floco de neve forma cristais a partir da água.

Num conto de fadas ou num poema, as crianças gostam de repetição, de refrãos e de temas universais, porque eles podem ser reconhecidos uma e outra vez – trazem ao texto regularidade. O mundo ganha uma ordem bonita. Ainda me lembro como, em criança, lutava comigo mesma para defender a justiça e a simetria, pela igualdade de direitos da esquerda e da direita: se tamborilava com os dedos em cima da mesa, contava quantas vezes tinha de bater com cada dedo, para que os outros não se sentissem ofendidos. E quando aplaudia, batia com a mão direita na esquerda, mas depois pensava que não era justo e aprendi a fazê-lo de maneira contrária – batendo com a esquerda na direita. Este desejo instintivo de equilíbrio parece engraçado, é certo, mas mostra a necessidade de evitar que o mundo se torne assimétrico. E eu tinha a sensação de ser a única responsável por todo o seu equilíbrio.

A inclinação das crianças por poemas e por histórias surge igualmente da sua necessidade de levar harmonia ao caos do mundo. Da indeterminação, tudo tende para a ordem. As canções infantis, as canções populares, os jogos, os contos de fadas, a poesia – são formas de existência ritmicamente organizadas que ajudam os mais pequenos a estruturar a sua presença no grande caos. Criam a consciência instintiva de que a ordem do mundo é possível, e que as pessoas têm nele um lugar único. Tudo conduz para este objetivo: a organização rítmica do texto, as linhas com letras e o design da página, a impressão do livro como um todo bem estruturado. O grande revela-se no pequeno, e damos-lhe forma nos livros infantis, mesmo quando não estamos a pensar em Deus ou na dimensão fractal. Um livro infantil é uma força milagrosa que favorece o enorme desejo das crianças e a sua capacidade de ser. Promove a sua coragem de viver.

Num livro, o pequeno é sempre grande, de forma instantânea e não apenas quando se chega à idade adulta. Um livro é um mistério onde se pode encontrar algo que não se procurava ou que não estava ao nosso alcance. Aquilo que os leitores de uma certa idade não conseguem compreender, permanece na sua consciência como uma impressão, e continua a atuar mesmo quando não o compreendem totalmente. Um livro ilustrado pode funcionar como uma arca do tesouro de sabedoria e cultura mesmo para os adultos, da mesma forma que as crianças podem ler um livro para adultos e encontrar nele a sua própria história, um indício para as suas jovens vidas. O contexto cultural molda as pessoas, estabelecendo as bases para as impressões que se farão sentir no futuro, assim como para experiências mais difíceis, às quais terão de sobreviver sem por isso terem de deixar de ser íntegras.

Um livro infantil representa o respeito pela grandeza do pequeno. Representa um mundo que se cria de novo uma e outra vez, uma seriedade lúdica e preciosa, sem a qual tudo, incluindo a literatura para crianças, seria apenas um trabalho pesado e vazio.

INESE ZANDERE, nascida na Letónia em 1958, é poeta e uma das maiores escritoras de livros para a infância do seu país.

Tradução: Maria Carlos Loureiro, feita a partir da versão francesa e espanhola".

Fonte: DGLAB

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Contar - Festival de contos do mundo [Divulgação]

Para ouvir e contar histórias o caminho a percorrer será até Beja, a cidade dos Contos. De 22 a 27 de Agosto de 2017, o II Contar - Festival de contos do mundo vai percorrer a cidade. Partindo da Biblioteca, passará pela Mouraria, pelo Pax Julia e, novidade deste ano, irá estar presente no Antigo Hospital da Misericórdia, actual Santa Casa da Misericórdia de Beja. 

Toda a informação aqui.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Autores ASSESTA - Novos Livros e Projectos [Divulgação]

Venham descobrir as vidas literárias de cinco escritores da ASSESTA - Fernando Évora, Luís Miguel Ricardo, Napoleão Mira, Olinda Gil e Vítor Encarnação -, esta 5.ª feira, às 21h30, na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago. Fica o convite para um serão entre amantes das letras!


Para mais informações:

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Rubricas sobre livros #2: O Livro do Dia


"Editam-se em Portugal 15 mil livros por ano. A maior parte deles nunca encontra os leitores a quem se destina. O Livro do Dia procura ser a montra privilegiada do que de melhor se edita em Portugal nas mais diversas áreas: dos clássicos da literatura à revelação de novos autores, da não-ficção ao livro infanto-juvenil. Diariamente, trazemos à antena um novo livro com a escolha do jornalista Carlos Vaz Marques.

O Livro do Dia, com Carlos Vaz Marques, de segunda a sexta, às 06h25, 10h15, 14h50 e 20h35.

Uma parceria com o Plano Nacional de Leitura."

Para ouvir aqui.

sábado, 20 de maio de 2017

XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja [Divulgação]


«O Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja realiza-se este ano entre os dias 26 de Maio e 11 de Junho, abraçando exclusivamente o Centro Histórico da cidade e em especial o Largo do Museu Regional, epicentro desta Festa da BD.

São 18, as exposições patentes ao público, e 10, os países representados, da Argentina à Dinamarca, passando por Angola e pela Roménia…

Para além das exposições, o Festival oferece aos visitantes uma Programação Paralela bastante diversificada onde pontuam as apresentações de projetos, as conversas à volta da BD, o lançamento de livros, as sessões de autógrafos, workshops, concertos desenhados, etc., etc.

Como não podia deixar de ser, o Festival tem também à disposição dos visitantes o Mercado do Livro - a maior livraria do país durante este período, com mais de 60 editores presentes - e uma zona comercial com várias tendas instaladas (venda de action figures, arte original, posters, prints, etc.).
              
O Festival inaugura sexta-feira, 26 de Maio, às 21h00, no Pax Julia – Teatro Municipal.

Na sexta-feira 26 e no sábado 27 as noites são de concertos desenhados (a programação só termina às 4h00 da manhã).

O primeiro fim-de-semana (26, 27 e 28 de Maio) reunirá grande parte dos autores representados nas exposições

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Rubricas sobre livros #1: Os Livros

Existem várias rubricas sobre literatura. algumas em emissão, outras disponíveis online e, como tal, considerei relevante partilhar as que acompanho. Aqui fica a primeira recomendação:


Em Os Livros aos “sábados e domingos, na RTP3, Inês Fonseca Santos passa-lhe o testemunho de um livro, na companhia de quem o leu ou de quem o escreveu.” Horário: 12h50 e 20h50.

Para acompanhar aqui. | Página oficial no Facebook aqui.

Edição e apresentação: Inês Fonseca Santos | Realização e imagem: Pedro Macedo  | Montagem: Micael Espinha | Design: Pedro Rodrigues | Música: Tiago Inuit | Assessoria jurídica: Patrícia André | Produção: Framed Films  | Maquilhagem: Rita Fialho | Cabelos: Elvira Guedes Day Spa 

sábado, 25 de março de 2017

Poesia e Diário de Florbela Espanca com Elsa Ligeiro [Especial Tertúlia + Opinião]



Ontem foi dia de recordar,  na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago, o legado de Florbela Espanca e o lugar da sua obra no contexto literário português. 

Autora «provinciana», não pertenceu a nenhum grupo literário, até porque não é facilmente enquadrável numa só corrente literária, em contraponto com o seu contemporâneo Fernando Pessoa e os modernistas. Não obteve por isso, enquanto viveu, apoio nem tão pouco reconhecimento.

O seu contexto sócio-económico e familiar foi abordado, mas não demasiado aprofundado, embarcando-se antes numa viagem pelo seu diário e lírica, na continuação de um excelente trabalho de promoção da literatura portuguesa por parte de Elsa Ligeiro. Com genuíno entusiasmo discursou sobre Florbela e a sua obra que, apesar de considerada autora menor no meio académico - preconceito outrora partilhado por Elsa, porém ultrapassado com uma leitura mais atenta - tem rasgos de genialidade inegáveis: 

"(...)
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar..."

"Faço às vezes o gesto de quem segura um filho ao colo. Um filho, um filho de carne e osso, não me interessaria talvez, agora... mas sorrio a este, que é apenas amor nos meus braços."

A todos os presentes foi gentilmente oferecido um exemplar de Diário e, convidados a ler em voz alta um excerto, escolhi este soneto:

"És Aquela que tudo te entristece 
Irrita e amargura, tudo humilha; 
Aquela a quem a Mágoa chamou filha; 
A que aos homens e a Deus nada merece. 

Aquela que o sol claro entenebrece 
A que nem sabe a estrada que ora trilha, 
Que nem um lindo amor de maravilha 
Sequer deslumbra, e ilumina e aquece! 

Mar-Morto sem marés nem ondas largas, 
A rastejar no chão como as mendigas, 
Todo feito de lágrimas amargas! 

És ano que não teve Primavera... 
Ah! Não seres como as outras raparigas 
Ó Princesa Encantada da Quimera!..."

Com uma audiência numerosa, entre a qual verdadeiros apaixonados, discutiram-se aspectos mais ou menos polémicos da sua existência, mas sobretudo a ambivalência característica da sua produção literária. 



Título: Diário 
Autora: Florbela Espanca
Edição/reimpressão: 2007
Editora: Editora Alma Azul
Temática: Diário
N.º de páginas: 48
Para adquirir:


Sinopse:


No seu último ano de vida Florbela Espanca registou num diário tudo que lhe ia na alma. O seu último registo data de 2 de Dezembro, dias antes do seu suicídio a 8 de Dezembro de 1930.

Opinião:

Em adolescente os sonetos de Florbela Espanca e, mais tarde, os seus contos foram leituras da minha preferência. Assim como Sophia de Mello Breyner Andresen, Cesário Verde ou António Nobre, a sua poesia teve um papel preponderante na minha formação enquanto leitora. 

Desconhecia este seu Diário onde Florbela sentiu, pela primeira vez, a necessidade de escrever no seu último ano de vida. Esparso, com maior número de entradas em Janeiro e Fevereiro e com a última frase escrita seis dias antes da sua morte.

Afirma, no início, que tais registos serão atirados "para aqui, negligentemente, sem pretensões de estilo, nem análises filosóficas, o que os ouvidos dos outros não recolhem: reflexões, impressões, ideias, maneiras de ver, de sentir". Não diferindo da sua produção literária, presentes estão as dicotomias morte/vida, exaltação/melancolia, desejo/perda: a sua perpétua inconstância de insatisfação/concretização. 

Nele encontramos referências às suas leituras, pensamentos avulsos, desabafos e momentos de afirmação: "Que me importa a estima dos outros se eu tenho a minha? Que me importa a mediocridade do mundo se Eu sou Eu?" Contudo, apesar destes últimos, a dor da incompreensão, de si e dos outros, corroía-a: "Está escrito que hei-de ser sempre a mesma eterna isolada... Porquê?", em que se reconhece uma alma atormentada.

A última entrada, "E não haver gestos novos nem palavras novas!", será indicativa do que estaria para vir ou uma mera coincidência? Até que ponto nos revelam as suas palavras o que viveu? Meras interrogações que surgem, não silenciadas naturalmente, para alimentar o obscurantismo e o mito que a envolvem e que, aos poucos, vão sendo desvendados.


Classificação: 4,0/5*

Sobre a autora:
Poetisa e contista. Depois de concluir os estudos liceais em Évora, frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa. A abordagem crítica da sua obra poética, marcada pela exaltação passional, tem permanecido demasiado devedora de correlações, mais ou menos implícitas, estabelecidas entre o seu conturbado percurso biográfico - uma existência amorosa e socialmente malograda que culminaria com um suicídio aos 36 anos de idade -, e uma voz poética feminina, egotista e sentimental, singularmente isolada no contexto literário das primeiras décadas do século. Na verdade, a leitura mais imparcial das suas composições, entre as quais se contam alguns dos mais belos sonetos da língua portuguesa, permite posicioná-la quer na matriz de uma poesia finissecular que, formalmente, cruza caracteres decadentistas, simbolistas (são várias as referências na sua poesia a autores simbolistas) e neorromânticos (acusando a admiração por certos autores da terceira geração romântica, como Antero de Quental), "à maneira de um epígono de António Nobre" (cf. PEREIRA, José Augusto Seabra - prefácio a Obras Completas de Florbela Espanca, vol. I, Poesia, Lisboa, D. Quixote, 1985, p. IV), quer, ainda, pela forma como a vivência do amor promove, a cada passo, uma mitificação do eu, na senda de certos autores do primeiro modernismo como Sá-Carneiro, Alfredo Guisado ou António Botto. Por outra via, a da literatura mística, Florbela Espanca reata conscientemente (Soror Saudade) com a tradição da literatura claustral feminina que recebera, no período de maior florescimento, uma marca conceptista, mantida na poética de Florbela por certa propensão para a exploração das antíteses morte/vida, amor/dor, verdade/engano. A imagem da mulher que sofre de ilusão em ilusão amorosa, que reitera até ao desespero a sua fatalidade, que dá expressão a uma existência irremediavelmente minada pela ansiedade e pela incompreensão, acabou por, na receção alargada da sua poesia, sobrepor-se a outros nexos temáticos com igual pertinência, como a dor de pensar e a aspiração à simplicidade (...). Florbela Espanca. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. Fonte: WOOK

quinta-feira, 23 de março de 2017

Os blogues que sigo #4: A Viciada dos Livros

Conheci o blogue A Viciada dos Livros recentemente, através de um passatempo no qual eu, a maluquinha dos passatempos de livros, não pude deixar de participar. Assim. aproveitei a oportunidade e convidei a Raquel Bernardes para participar nesta rubrica. 


«A ideia do blog nasceu, depois de ter visto o blog Algodão Doce para o Cérebro, lembrei-me que já tinha lido alguns livros e que gostava que outras pessoas também lessem a minha opinião. Confesso que sou viciada em Livros, Filmes, Séries e é algo que me dá prazer e que também me enche de orgulho ver que o cantinho tem pessoas que seguem, que mandam email a perguntar sobre este ou outro livro, e é gratificante ver a opinião que as pessoas também têm do cantinho e claro que está sempre a inovar.

Eu comecei por ler os livros da Anita e a partir daí não parei de ler, mas o que gostava realmente era de romances, até ao dia em que me aconselharam a ler o 50 Sombras de Grey e claro que passei a juntar a vertente Erótica à lista. Tento ler outras opções literárias, mas nem sempre é do nosso agrado.

Entretanto, convidei a minha comparsa, a Carla Marques, que também é viciada em Livros para se juntar a mim e fazer crescer o cantinho literário enquanto que poderia explorar as outras opções. Criei o cantinho em 2013, por acaso em Março fará 4 anos, mas não tinha grande tempo para o actualizar, em 2016 decidi agarrar no projecto com finco e claro que começou a dar frutos.

Passei a ter a ajuda extra, para além dos seguidores terem aumentado, mas tudo isto não seria possível sem o apoio de outra blogger, a Menina dos Polícias, a Vera Brandão, que me incentivou a continuar e a mudar se calhar algumas coisas. O que pode mudar? Não sei, mas deixo sempre a porta aberta para novas oportunidades, para explorar também outros caminhos. Porque ser viciada é isso mesmo, é descobrir novos horizontes e viciar.»

As suas opiniões concisas sobre livros, séries e filmes de géneros bastante variados merecem o meu destaque. Acompanhem a Raquel e a Carla nas seguintes plataformas: