Autor: Fredrik Backman
Tradutor: Alberto Gomes
Tradutor: Alberto Gomes
Edição/reimpressão: 2016
Temática: Romance
N.º de páginas: 312
Para adquirir:

Sinopse:
Ove chegou à altura da vida em que considerou o seu propósito cumprido: casou, pagou a hipoteca da casa, assumiu as suas responsabilidades, trabalhou até ser dispensado. Agora nada lhe resta a não ser terminar com a vida, da maneira mais eficaz possível e sem deixar assuntos pendentes, mas esse objectivo será mais difícil de alcançar do que poderia imaginar.
Escudando-se numa personalidade conflituosa e autoritária, Ove nem sempre compreende o mundo ao seu redor. Comprar um iPad ou discutir a promoção na compra de umas flores podem revelar-se tarefas exasperantes para ele... e para quem o ouve. Ao longo da narrativa, num cruzamento entre o passado e o presente, conheceremos a origem da amargura e do espírito reivindicativo que o movem.
Com ele se cruzará Parvaneh, uma emigrante paquistanesa que se mudou com a família para o bairro onde vive, e será ela a principal responsável por não lhe permitir seguir os seus desígnios suicidas. Ao fazer uso da sua perseverança e empatia, Parvaneh consegue imiscuir-se, paulatinamente, na vida de alguém que, à partida, traz um sinal proibitivo pregado na testa.
Ove descobrirá à sua maneira que, apesar da revolta causada pelas suas perdas, a luta pelas suas causas pode ser igualmente um motivo de satisfação e reconhecimento.
Ao terminar a leitura de Um Homem Chamado Ove constatei que a história estava repleta de figuras-tipo como o idoso, a emigrante, o homossexual, o gordo, o gato, os burocratas - "os homens de camisa branca". Neste caso, porém, julgo que a sua utilização foi devidamente ponderada, numa tentativa de mostrar as realidades que se cruzam no quotidiano sueco.
Sem aprofundar exaustivamente, em Um Homem Chamado Ove, o drama e o caricato entrelaçam-se, criando uma leitura ligeira ideal para quem aprecia descontrair mas sem com ela se alienar.
Para adquirir:
Sinopse:
À primeira vista, Ove é o homem mais rabugento do mundo.
Sempre foi assim, mas piorou desde a morte da mulher, que ele adorava. Agora
que foi despedido, Ove decide suicidar-se. Mal sabe ele as peripécias em que se
vai meter.
Um jovem casal recém-chegado destrói-lhe a caixa de correio, o seu amigo mais antigo está prestes a ser internado a contragosto num lar, e um gato vadio dá-se a conhecer. Ove vê-se obrigado a adiar o fim para ajudar a resolver, muito contrariado, uma série de pequenas e grandes crises. Este livro, simultaneamente hilariante e encantador, fala-nos de amizades inesperadas e do impacto profundo que podemos ter na vida dos outros.
Um jovem casal recém-chegado destrói-lhe a caixa de correio, o seu amigo mais antigo está prestes a ser internado a contragosto num lar, e um gato vadio dá-se a conhecer. Ove vê-se obrigado a adiar o fim para ajudar a resolver, muito contrariado, uma série de pequenas e grandes crises. Este livro, simultaneamente hilariante e encantador, fala-nos de amizades inesperadas e do impacto profundo que podemos ter na vida dos outros.
Um Homem Chamado Ove foi adaptado ao cinema e reuniu duas
nomeações para os Óscares.
Opinião:
Ove chegou à altura da vida em que considerou o seu propósito cumprido: casou, pagou a hipoteca da casa, assumiu as suas responsabilidades, trabalhou até ser dispensado. Agora nada lhe resta a não ser terminar com a vida, da maneira mais eficaz possível e sem deixar assuntos pendentes, mas esse objectivo será mais difícil de alcançar do que poderia imaginar.
Escudando-se numa personalidade conflituosa e autoritária, Ove nem sempre compreende o mundo ao seu redor. Comprar um iPad ou discutir a promoção na compra de umas flores podem revelar-se tarefas exasperantes para ele... e para quem o ouve. Ao longo da narrativa, num cruzamento entre o passado e o presente, conheceremos a origem da amargura e do espírito reivindicativo que o movem.
Com ele se cruzará Parvaneh, uma emigrante paquistanesa que se mudou com a família para o bairro onde vive, e será ela a principal responsável por não lhe permitir seguir os seus desígnios suicidas. Ao fazer uso da sua perseverança e empatia, Parvaneh consegue imiscuir-se, paulatinamente, na vida de alguém que, à partida, traz um sinal proibitivo pregado na testa.
Ove descobrirá à sua maneira que, apesar da revolta causada pelas suas perdas, a luta pelas suas causas pode ser igualmente um motivo de satisfação e reconhecimento.
Ao terminar a leitura de Um Homem Chamado Ove constatei que a história estava repleta de figuras-tipo como o idoso, a emigrante, o homossexual, o gordo, o gato, os burocratas - "os homens de camisa branca". Neste caso, porém, julgo que a sua utilização foi devidamente ponderada, numa tentativa de mostrar as realidades que se cruzam no quotidiano sueco.
Sem aprofundar exaustivamente, em Um Homem Chamado Ove, o drama e o caricato entrelaçam-se, criando uma leitura ligeira ideal para quem aprecia descontrair mas sem com ela se alienar.
Classificação: 4,5/5*
Sobre o autor:
Fredrik Backman é um blogger, colunista e escritor sueco.
Este seu romance de estreia tornou-se um bestseller na Escandinávia. Já vendeu
2 milhões de exemplares em todo o mundo, encontrando-se em tradução em mais de
30 países. Fonte: Editorial Presença
