Raízes minha vida,
A elas busco a seiva que o faz medrar.
Nascem as ilusões
E em ramos se vão mostrar.
E em ramos se vão mostrar.
Por vezes entrelaçam-se,
Por vezes folhas surgem,
Poucas vezes brotam flores,
Ainda menos frutos nascem.
Ainda menos frutos nascem.
O vento sopra:
As folhas caem,
Os frutos despedaçam-se,
As flores morrem.
Resta o meu corpo
Resta o meu corpo
Vazio,
Tão frio.
Quem me vem salvar?
Quem me vem salvar?
Ai vida, dá-me a seiva!
E ela dá, sem nunca parar.
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